Coren-PE realiza 6º Encontro Pernambucano de Responsáveis Técnicos de Enfermagem
Evento reuniu mais de 350 RTs e reforçou a importância do reconhecimento dos profissionais que lutam por uma enfermagem de qualidade.
O Conselho de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) realizou, nos dias 24 e 25 de março, o 6º Encontro Pernambucano de Responsáveis Técnicos de Enfermagem (EPRT). O evento ocorreu em uma casa e eventos, na Madalena, zona oeste do Recife. O encontro teve como objetivo reafirmar o compromisso do Coren-PE com os responsáveis técnicos de enfermagem (RTs), por meio de uma programação pensada para contribuir com a atuação ética e qualificada da profissão.
Durante o primeiro dia, a programação contou com palestras que abordaram temas como gestão, ética, saúde mental dos profissionais de enfermagem e a importância da comunicação e de como essas práticas impactam em uma assistência segura à população. “Organizamos este evento com muito carinho e uma programação riquíssimas para atingir o nível que a enfermagem merece. Nossa busca é pela valorização de fato. Desejo que este momento seja especial, seja ao mesmo tempo vivência e experiência, pois é algo que soma, agrega e modifica nossa forma de ser”, explica a chefe do Departamento de Fiscalização do Coren-PE (DEFIS), Ivana Andrade.
Como parte das atividades do encontro, o Coren-PE promoveu a 2ª edição do Prêmio Catarina Ugiette. Homenagem prestada Conselho aos RTs que vêm se destacando pelo trabalho e pela conduta profissional nos últimos anos. Foram homenageados um total de 30 profissionais atuantes em unidades de todo o estado. “Os RTs são a nossa extensão. Somos mais de 150 mil profissionais de Enfermagem no Estado. Se não fossem eles, a gente não conseguiria chegar em cada um. Então, são peças importantes demais e gerenciais para garantir, cada vez mais, a qualidade da Enfermagem Pernambucana”, ressalta a vice-presidente do Coren-PE, Thaíse Torres.
No segundo dia, quarta-feira (25), foram realizadas palestras voltadas a temas como o dimensionamento de pessoal e os impactos no dia a dia da enfermagem, além das consequências emocionais relacionadas ao avanço da inteligência artificial. “Eu achei incrível. Acredito que traz muito reconhecimento. Às vezes a gente só faz a gestão e esquece que a gente também é enfermeiro. Então, assim, muito incrível! Pretendo que nos próximos anos também esteja por aqui”, comenta a enfermeira Maria Eduarda, responsável técnica que atua em uma unidade de saúde de Caruaru, no agreste do estado.
